Há um poeta devaneador que anda solto por aí pregando peripécias. Primeiro decidiu escrever sobre uma bela atriz - cujo texto será colocado neste humilde espaço - não contente, sentiu-se intimado em planejar uma peripécia de última hora. Ele possuia poucos minutos, logo começou no mesmo instante a compor. Refletiu durante alguns segundos e no começo de sua folha escreveu:
Que Atena me ilumine!
29 de Abril de 2011, às 10h25min. aprox.
Flor do Campo
O poeta desloca-se de sua alcova.
Ultimamente tem andado agastado
com suas fúrias de amor.
Clama aos deuses do Olimpo
pelo amor de sua amada,
Afrodite, traga o amor
de minha deusa para acalentar
este pobre coração que encontra-se
em mortalhas.
Traga-me a flor de lótus,
coloque-a sobre a cabeceira do
meu leito e deixe as musas cantarem
sua canção para invocar o cupido.
A flor de lótus tocou-me a alma,
iluminou a mente obscura.
Fez perder-me de amor,
Orfeu levantou-se para encontrar
sua amada.
Essa flor tinha um coração,
era a deusa mais bela,
deixou um coração aquecido.
O poeta acabara de encontrar
a razão de sua existência.
O poeta deixa um recado: o cupido e suas musas andam soltas, suas peripécias não encerraram-se, qualquer um pode ser a próxima vítima de um poeta apaixonado pela vida...