O coração do homem, meu caro amigo, é um mistério indecifrável! Ah, os seus olhos...
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terça-feira, 19 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
O flagelo de um coração...
Os atos são instintos cegos, vivemos da experiêcia vivida, talvez nada passe de uma mera cópia imperfeita do mundo das ideias, somos controlados por emoções. Há dias que gostaria de deixar de existir, refletir em um plano que não seja este. Penso que a cada dia meu coração poderia manter-se em estado de "a priori", porém Locke traria-me de volta a esta realidade. O que pode aquecer um coração? Afrodite saberia responder-me? O Olimpo está em greve.
As palavras não acompanham a velocidade da escrita, as palavras evadiram-se.
O que sabe-se de um coração dolorido? Um coração que pode ferir-se com atos inúteis, ah! São apenas dias errados, o amanhã irá trazer um novo brilho pela manhã. Quem seria capaz de esmagar-me, quem? O coração, este é traiçoeiro... Tão traiçoeiro que ama o que não pode ser amado, ama quem não é amado, apenas ama.
Cantiga de amigo.
Qual é o poeta capaz de descrever-me tamanha injúria? Quem ousa explicar-me a razão do existir? Quem?
Doa-se um coração.
Fui exilar-me de mim!
terça-feira, 5 de abril de 2011
Um conto sem ponto!
Se eu contar um conto
voce me dá um ponto,
e eu conto que encontrei-o
no meio deste desencontro
e monto um contraponto.
Desconto o desaponto e
transmonto o semiconto.
Apronto com o miniconto,
reconto, confronto...
Você ri do meu conto,
começo um raconto
e digo:
- Ai, que tonto!
quarta-feira, 30 de março de 2011
Segredos de liquidificador...
A chuva
c
a
i
o vento p a s s a
o tempo marca
a cicatriz da nostalgia.
Poeta Solitário
Libertei-me de toda e qualquer preocupação
que meu coração habitava em esperança, logo,
o desejo estará acompanhando a mesma trilha, pois
o passado deixara de ser algo para mim,
eu tornara-me um verdadeiro homem.
Hoje estou começando, existe uma espécie de sucessão
de presentes momentos, algo sempre estará acontecendo.
Morri e nasci diversas vezes, todo instante,
O que a morte pode oferecer-me?
Sou infeliz pelo futuro e atormento-me
com o passado.
Tirei de um vazio esta miséria.
Minha infelicidade é extremamente nula,
este abismo que vivo engoliu tudo que me pertencia.
Um coração em ordem significa tranquilidade.
É simples colocar-se em ordem,
o trabalho penoso é manter-se nela...
quarta-feira, 23 de março de 2011
Devaneios...
Eu irei guardá-lo em uma caixinha. Dentro dela você encontrará um coração, mas terá medo de se aproximar. Eu lhe contarei que este pertence a mim. Você deverá prometer-me que irá guardá-lo. Agora deixo-o responsável... sei que você cuidará dele e saberá com quais sentimentos deverá alimentá-lo... você saberá cuidar dele muito melhor do que eu... encarrego-o de dizer-me o que sentir. Se o mundo acabar amanhã, eu já não ligarei porque saberei que você estava aqui e que apenas precisávamos um do outro, assim, o resto do mundo apenas eram almas vagas que não pertenciam ao nosso mundo... 
Viver para contar...
Eu tenho uma história para contar.
As vezes fica tão difícil escondê-la direito.
Eu não estava preparada para a queda
Cega demais para conseguir enxergar o que estava escrito no muro.
Um homem pode contar mil mentiras
Eu aprendi bem minha lição.
Espero viver para contar o segredo que guardo
Até então ele estará queimando dentro de mim.
Eu sei onde a beleza mora.
Eu a vi uma vez
Eu sei o que ela dá.
A luz que você nunca conseguiria enxergar.
Brilha lá dentro, você não pode tirá-la de mim.
A verdade sempre acaba vindo a tona
Você manteve-a bem escondida.
Se eu viver para contar o segredo que eu aprendi, então
Será que terei essa chance novamente?
Se eu fugisse eu não teria força para
ir muito longe.
Como eles poderiam escutar
as batidas do meu coração?
Vai esfriar (vai esfriar?)
o segredo que eu escondo - vou envelhecer?
Como eles poderiam escutar?
Quando é que eles vão aprender?
Como eles vão saber?
Segunda-feira, 07 de Fevereiro de 2011.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Metamorfose...
Uma poetisa constantemente inconstante. Hoje ama, amanhã esquece, depois sofre e por último entrega-se à lamúria.
terça-feira, 8 de março de 2011
Dia-a-dia.
Manhã chuvosa.
O despertar.
O banho.
O café.
A aula.
O pensamento do dia.
A risada/ tristeza.
O sinal silencioso.
Tarde chuvosa.
O trabalho/ estágio.
A futura saudade.
A lágrima.
A Nostalgia.
Noite chuvosa.
O sono.
O sonho.
A morte interior.
A manhã chuvosa...
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