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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Sem poemas por hoje!


Estava lendo alguns textos antigos. Textos de um outro blog que já não existe, mas contou muito sobre mim quando existia. Não direi que o atual também não diz, mas a intensidade é menor e a subjetividade é maior. É interessante ver os processos pelos quais passamos durante nossa vida. Devido a isso, acredito que é tão importante escrever quase tudo que se sente, pois mesmo depois não entendendo tudo, pelo menos você poderá ver o quanto mudou ou não. Sim, mudei bastante e a maior prova disso são meus textos que considero antigos. O ano de 2009 não é tão distante assim se for analisar, mas em quatro anos uma pessoa pode mudar bastante. Muitas coisas podem acontecer em quatro anos. Quatro anos, essa é a idade que teria o meu outro blog se ainda existisse. Não acredito que já se passaram tantos anos assim...
Enfim, são nessas horas que percebemos o quanto inexorável é o tempo. Ele passa e nem percebemos. É por este motivo que os árcades clamavam pelo carpe diem (sua origem foi com Horácio). Definitivamente, amo os petas latinos, pois estes já eram dotados de uma sabedoria sem tamanho. O que fizemos foi apenas aperfeiçoar o que já existe e, o Tempo tem provas de tal ato.
Cronos vai embora e as lembranças ficam... o maior resultado: a saudade. Poderia até escrever sobre meus pensamentos e sentimentos... qualquer um pode saber de tudo que acontece conosco, mas as lembranças... estas sempre serão exclusivas e completamente pessoais. Ame, sonhe, sorria, chore, grite, carpe diem, quam minimum credula postero, pois a lembrança é o que há de mais valioso em nós e isso Tempo nenhum pode se apossar!

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