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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Nunca me alcunharam Azevedo, pois nunca viram meu coração.


Tenho um coração que delira

Só por teu amor morrer eu podia!
Ai, de mim, donzela dos sonhos meus
Acaso tens pena?
Quero beijar os lábios teus
Afogar-me em tua tez
Descobrir o frescor da tua pele alva.

Só por tua beleza viver eu podia!
Ai, de mim, donzela dos pensamentos meus
Acaso tens pena?
Sou um doudo em sonhar, anjo
Deliro e agito o coração
Sussuro e escuto as palpitações.

Senti suas veias pulsarem em mim
Com um grito acordei
Deparei-me com minha languidez
Meu Deus, por que não morri?

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