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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Nunca me alcunharam Azevedo, pois nunca viram meu coração.


Tenho um coração que delira

Só por teu amor morrer eu podia!
Ai, de mim, donzela dos sonhos meus
Acaso tens pena?
Quero beijar os lábios teus
Afogar-me em tua tez
Descobrir o frescor da tua pele alva.

Só por tua beleza viver eu podia!
Ai, de mim, donzela dos pensamentos meus
Acaso tens pena?
Sou um doudo em sonhar, anjo
Deliro e agito o coração
Sussuro e escuto as palpitações.

Senti suas veias pulsarem em mim
Com um grito acordei
Deparei-me com minha languidez
Meu Deus, por que não morri?

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Meu vicío de hoje pode ser o passo pro meu abismo de amanhã

Passa o tempo e ele sofre diversas metamorfoses. Às vezes nem sabe o que ama, apenas ama. Ficou afastado mais de seis meses. Mas ainda continua com suas velhas manias, ou seja, as paixões.
Agora que voltou, não se sabe quais serão suas futuras palavras, mas algo é certo: ele continua amando!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

"Libertas quae sera tamen"!



Liberdade, em filosofia, pode ser compreendida de duas maneiras. Sob a primeira perspectiva denota a ausência de submissão, servidão e de determinação; isto é, qualifica a independência do ser humano. Na segunda, liberdade é a autonomia e a espontaneidade de um sujeito racional; elemento qualificador e constituidor da condição dos comportamentos humanos voluntários.

'Cause I'm as free as a bird now
And this bird you cannot change...

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Sem poemas por hoje!


Estava lendo alguns textos antigos. Textos de um outro blog que já não existe, mas contou muito sobre mim quando existia. Não direi que o atual também não diz, mas a intensidade é menor e a subjetividade é maior. É interessante ver os processos pelos quais passamos durante nossa vida. Devido a isso, acredito que é tão importante escrever quase tudo que se sente, pois mesmo depois não entendendo tudo, pelo menos você poderá ver o quanto mudou ou não. Sim, mudei bastante e a maior prova disso são meus textos que considero antigos. O ano de 2009 não é tão distante assim se for analisar, mas em quatro anos uma pessoa pode mudar bastante. Muitas coisas podem acontecer em quatro anos. Quatro anos, essa é a idade que teria o meu outro blog se ainda existisse. Não acredito que já se passaram tantos anos assim...
Enfim, são nessas horas que percebemos o quanto inexorável é o tempo. Ele passa e nem percebemos. É por este motivo que os árcades clamavam pelo carpe diem (sua origem foi com Horácio). Definitivamente, amo os petas latinos, pois estes já eram dotados de uma sabedoria sem tamanho. O que fizemos foi apenas aperfeiçoar o que já existe e, o Tempo tem provas de tal ato.
Cronos vai embora e as lembranças ficam... o maior resultado: a saudade. Poderia até escrever sobre meus pensamentos e sentimentos... qualquer um pode saber de tudo que acontece conosco, mas as lembranças... estas sempre serão exclusivas e completamente pessoais. Ame, sonhe, sorria, chore, grite, carpe diem, quam minimum credula postero, pois a lembrança é o que há de mais valioso em nós e isso Tempo nenhum pode se apossar!

terça-feira, 12 de junho de 2012

a (média) = a (instantânea) = V/t


No dia de hoje, gostaria de fazer um brinde aos meus amores e, as minhas paixões... ah... uma equação de movimento uniformemente variado!
No MUV, a aceleração é constante em qualquer instante ou intervalo de tempo, isto é, dependendo do dia, da situação e com quem se encontra!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Wer die Wabl hat, hat die Qual.



A partir do momento que você, Leitor, determina optar por uma escolha, está automaticamente anulando a outra. Assim, você nunca saberá o que aconteceria se acaso tivesse escolhido a outra. Mas assim como os ímãs, nossas vidas são pólos bipartidos. É necessário correr o risco e optar pelo certo ou o errado. Mas quem define o que é certo ou errado? Talvez não será você e, sim, aquele que receberá a escolha feita por você.
E assim vamos vivendo... nas nossas escolhas, apenas Cronos apontará o êxito! O homem é muito exato em toda esta inexatidão.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Auto-retrato alheio.



Don't make me sad, don't make me cry
Sometimes love's not enough
When the road gets tough
I don't know why
Keep making me laugh,
Let's go get high
Road's long, we carry on
Try to have fun in the meantime

Come and take a walk on the wild side
Let me kiss you hard in the pouring rain
You like your girls insane
Choose your last words
This is the last time
Cause you and I

We were born to die